coisas aleatórias

Mais um retorno da terra dos desparecidos (com TAG)

janeiro 11, 2019

Olá pessoas que talvez ainda visitem o Décimo Terceiro Andar mesmo depois de eu ter passado mais de 4 meses longe. Este é mais um daqueles retornos de começo de ano nos quais em entupo o blog de postagens e depois sumo de novo. Sou tipo a Nanny McPhee da Blogsfera, porém menos importante. 

Para consolidar esta (re)retomada, venho responder a TAG Sunshine Blog Awards. Fui indicada pela Ana, do Suspirare. Bom, a brincadeira se resume em responder 11 perguntas e em seguida criar 11 questões e indicar 11 pessoas para respondê-las. Let's do this!

Perguntas da Ana:


1. Você considera mais importante o investimento na criação da máquina do tempo ou no telestransporte?

Já começou me pegando de jeito na primeira questão. Esses são dois temas que eu amo de paixão e queria muito, muito, muito viver para ver eles se tornando realidade. Mas já que tem que escolher um, acho que na viagem no tempo, afinal chegar em lugares a gente já consegue fazer (mesmo que demore horas ou até mesmo dias). *vinheta de Doctor Who tocando ao fundo*

2. Baseado na atual situação do Brasil, se tivesse a oportunidade iria para outro país? Se sim, qual?

Não consigo me imaginar morando em qualquer lugar que não seja na minha pátria (soei como minions agora, mas é a verdade). Só de pensar em ir para um lugar que fala uma língua que não é a minha e com costumes que não me são familiares me faz sentir medo. Por pior que as coisas estejam, considero o Brasil como meu lar, o lugar ao qual eu pertenço.

3. O que você diria para seu eu do passado?

A gente tá conseguindo, é só continuar seguindo enfrente mesmo quando dá vontade de desistir. Vai ficar tudo bem <3

4. Qual foi a situação mais bonita que você já presenciou?

Cara, acho que eu vejo situações bonitas todos os dias. Não sei se é por conta do meu (mau?) hábito de observar com atenção as pessoas e lugares com o intuito de me inspirar para escrever, mas em geral acabo presenciando cenas lindas mesmo que em momentos "comuns". Tipo um casal se olhando apaixonados no metrô, alguém fazendo uma gentileza para outra pessoa ou cuidando de um animal, uma pessoa que não consegue controlar aquele sorriso espontâneo de felicidade que só ela sabe o motivo, tantas coisas. Parando para pensar não sei mesmo dizer qual foi a situação mais bonita. 

5. O que pode ser o pior defeito de uma pessoa?

Para mim o pior defeito de qualquer pessoa é tratar mal os outros sem motivo. 

6. Com quantos paus se faz uma canoa?

Com um, eu acho. 

7. Se você pudesse ser invisível por um dia, o que faria?

Ia bisbilhotar a vida de todo mundo porque sou fofoqueira meixxxmo. 

8. Qual seu chocolate preferido?

Aquele ao leite da Nestlé.

9. Você concorda com o Thanos? (eu não desisto desse tema)

Não. Não entendo muito desse assunto, mas pela quantidade de comida que é jogada fora todos os dias, sem falar em água desperdiçada, o grande problema da humanidade é a péssima distribuição seja de riquezas, comida, saneamento básico. O muito fica nas mãos de poucos que têm de sobra. Se dividisse com justiça acho que existiria equilíbrio, 

10. O que uma pessoa deve ter/ser/fazer para te conquistar?

Ser honesto e autentico. Nada de ficar fazendo joguinhos e especialmente não me dar gelo. Deu gelo uma vez, nem que seja só pra testar, eu pulo fora (ainda bem que mozão nunca fez joguinhos comigo e nunca me deixou de lado também, quase 4 anos na minha vida ♥)

11. Qual é a sua viagem dos sonhos?

Se eu te contar que não tenho sonhos desse tipo você acredita? Parece que é uma obrigação querer viajar e sair do país e viver altas aventuras em terras estrangeiras e tudo o mais. Minha ideia de viagem perfeita é um café da manhã da hora e uma caminha confortável pra descansar. Todo o resto é lucro. Mas se um dia rolar, quero viajar para Escócia, Irlanda e Londres numa mesma tacada. 

Minhas 11 perguntas:

1. O que você faz para relaxar depois de um dia muito puxado?

2. Se você pudesse ser um animal qual seria e por quê?

3. Friozinho gostoso ou calor dos infernos?

4. O que você gosta de fazer quando quer se mimar um pouco e ter um dia de princesa (ou princeso também)?

5. Você se aborrece com facilidade?

6. Quais são os seus top 3 livros e séries nesse momento?

7. Mais vale um pássaro na mão do que dois voando?

8. Qual é a sua maior meta para 2019?

9. Você gostaria de passar um tempo sozinho/a em uma ilha deserta? Por que?

10. Qual é o seu maior medo irracional (no meu caso são baratas, passo mal, cai a pressão, tenho palpitações, é coisa de louco)?

11. Se pudesse viajar no tempo e encontrar um ídolo que já morreu, quem seria?

Não vou indicar pessoas específicas, quem quiser se sinta indicado ou reponde ai nos comentários, quero saber das vidas de vocês. 

Beijos!


coisas aleatórias

Jornalismo impresso em tempos de mídias digitais (ou a morte do papel)

agosto 09, 2018



Quando defini o tema da minha monografia intitulada REVISTAS IMPRESSAS NA ERA DIGITAL: reestruturação da produção jornalística e o novo modelo de negócios da Editora Abril, eu jamais poderia imaginar que, menos de dois anos depois de apresentá-la para a banca avaliadora, a empresa na qual iniciei minha trajetória no jornalismo encerraria a publicação da maioria dos títulos que marcaram presença em meu TCC. 

Em 2016, ainda tentando me desvencilhar de uma timidez paralisante e com as faces vermelhas e quentes, entrevistei sete chefes de redação - entre diretores e redatores-chefe que exerciam o papel de direção. No auge dos meus 21 anos, eles me pareciam deuses do Olimpo: seres inalcançáveis que atingiram o topo de um patamar que eu só poderia sonhar alcançar em meus mais loucos devaneios. Mas fui cheia de uma coragem vinda do além (e descobri que eles não mordiam, no final das contas). Ao final de cada entrevista a última pergunta era sempre a mesma: você acha que o impresso vai deixar de existir

Não. Sim. Talvez. As respostas foram variadas, mas os sete não puderam esconder o carinho e o gosto por fazer revistas. Entre as possíveis soluções para evitar a extinção do papel, destacaram-se entre as respostas o reforço das marcas (títulos) como novo modelo de negócio (a revista deixando de ser "apenas" uma revista, para se tornar um produto - ou vários), e a transição para edições mais especiais e limitadas (maiores, com mais curadoria e tempo de preparo, para colecionadores). Na minha cabeça de estudante - ainda cheia de ideais e paixões -, aquelas ideias me pareceram maravilhosas e se tornaram fonte de esperança para uma amante do papel.

Mas então a fatídica segunda-feira, 06 de agosto, veio. Reunião geral. Tristeza. Negação. Choro. Despedidas... 10 (dez) títulos encerrados. Caos. Demissões. Preocupação. E o impresso? Seria esse o começo (ou o reflexo de um movimento que já vem se desenhando há algum tempo) do fim? Não é de hoje que as bancas começaram a esvaziar...

Voltando um pouco (bem pouco) no tempo, no ano de 2015, quando consegui meu estágio na redação da (agora extinta) revista Casa Claudia, presenciei uma série de demissões que culminaram na venda de alguns títulos e no encerramento de outros. Desde aquele dia meus temores quanto ao destino do impresso começaram a se fortalecer. Mas a questão que mais me persegue é: o que está matando o papel? 

Será a Internet? As crises financeiras e políticas que parecem não ter fim? Uma reorganização social promovida por esses dois fatores? A citação abaixo aparece em minha monografia e se encaixa muito bem nesse contexto:
O jornalismo é parte da sociedade. Ele é (re)construído a partir da participação contínua de diferentes atores sociais (indivíduos, instituições, conceitos e abstrações etc.) que interagem conforme um conjunto de normas e convenções, responsáveis pela coordenação das atividades vinculadas a essa prática (PEREIRA, 2010, apud PEREIRA e ADGHIRNI, 2011).

É fato que o desenvolvimento dos computadores e o surgimento da Internet  reconfiguraram o trabalho dentro das redações e também modificaram a forma de consumo e busca por informações. Se por um lado essas tecnologias democratizaram - em parte - o acesso à informação, por outro trouxeram consigo uma sentença de morte - lenta e dolorosa - ao jornalismo tradicional, em especial ao impresso. E, é claro, não podemos deixar de lado as seguidas crises econômicas e politicas no mundo todo que (aceleraram?) tiveram seu papel nesse processo. Não é apenas uma revista (ou dez) que deixa de circular, são profissionais que são jogados em um mercado cada vez mais saturado, com postos de trabalho quase inexistentes. Redações mais do que enxutas respirando com a ajuda de aparelhos... Sem entrar no mérito (ou demérito) das Fake News que são disseminadas feito vírus para os quais ainda não há vacina. Catástrofe total. 

Uma amiga querida que está na faculdade (de jornalismo) escreveu um texto maravilhoso falando sobre a geração de jornalistas que não vai escrever em revistas. De fato, estamos criando futuros jornalistas que nunca vão ter o prazer de editar uma matéria com as fotos em miniatura; sentar do lado dos designers para ver o melhor layout; pedir a contagem de toques (na Internet não existe essa coisa tão banal chamada limite de espaço, não é mesmo?); se doer todo quando o texto é cortado para caber e tantas outras situações que só uma redação pode proporcionar (e tantas outras que eu mesma não vivi por já fazer parte de uma geração que nasceu mexendo no computador). Mas - além dos futuros profissionais que não vão conhecer o sofrimento de esperar pelo reparte e folhear as páginas com pressa para chegar na reportagem que estampa seu nome - como ficará a geração de leitores que não vai ler revistas, muitas das quais tiveram papel fundamental na escolha e formação profissional de uma geração inteira de profissionais? Saudosismo em excesso, talvez? Talvez. Mas ninguém vai conseguir me convencer que - debates ecológicos à parte - o papel é a principal e, EM GERAL, mais confiável e rica fonte de informações. 

Se a Internet não existisse, é claro, eu não poderia publicar este texto (desabafo). Minhas palavras podem soar hipócritas, mas a preocupação é verdadeira: se o impresso acabar (livros, revistas, jornais e tantas outras publicações), qual será o destino dos profissionais, sejam eles experientes, recém-formados ou os que ainda estão por vir? Será que vai ter espaço para todo mundo na grande teia? Fica a dúvida...

Para mim, folhear as páginas, sentir o cheiro do papel e o peso de um volume impresso nas mãos é um prazer insubstituível. 

(mas mandem jobs digitais, preciso pagar os boletos... e os livros)


coisas aleatórias

Ser adulto é uma bosta

maio 16, 2018



Uma vez, quando eu era adolescente, com uns 14 ou 15 anos, resolvi me matricular em um curso técnico de eletroeletrônica, em uma instituição na cidade próxima a qual eu morava, no interior de São Paulo. Eu não queria, de fato, fazer aquele curso. Mas, ao mesmo tempo, pensei que poderia dar certo - e todo mundo que era "legal" (que eu considerava legal, ou seja, os nerds/alunos aplicados como eu) fazia (não esse mesmo curso, em geral), então eu achei que deveria me inscrever também. Estava no terrível 2º ano do ensino médio, com aquela pressão idiota a qual somos submetidos tão cedo, e por todos os lados, para decidir uma carreira - e tinha que escolher certo de primeira, se não sua vida seria miserável e infeliz. Parecia o inferno. Prestei o vestibulinho, passei e fui, com a cara e nem tanta coragem (morrendo de vergonha de chegar em um lugar novo, com pessoas novas, pessoas mais velhas e eu, uma adolescente tímida, que se achava burra demais porque não sabia fazer certas contas de cabeça). As primeiras aulas foram ok. Consegui acompanhar o resto da turma, formada inteiramente por homens de mais de 25 anos, que já trabalhavam com isso e precisavam simplesmente de um certificado. As aulas eram a noite. Minha rotina (que não chegava nem aos pés da rotina extremamente cansativa da maioria dos brasileiros, sei bem) consistia em sair de casa às 6h da manhã, retornar às 13h e sair de novo às 17h para voltar só depois da meia-noite. E a pressão de ir bem nas provas do colégio, e nos testes de treino do vestibular, e a sensação de ter que terminar tudo o que eu começava, porque o contrário significaria ter falhado - e falhar não era uma opção quando todo mundo fazia a mesma coisa e conseguia. Dois meses e muitas lágrimas derramadas em silêncio depois, desabei por completo. Chorei na frente dos meus pais como nunca antes. Deixei escapar que eu não era a filha perfeita e brilhante que, com esforço, conseguiria fazer tudo - afinal tinha tudo que eles não tiveram e sua única responsabilidade era estudar. Chorei até soluçar, até ficar sem fôlego e, entrecortadamente, conseguir falar o que me afligia. Eu não aguentava mais. Era demais para mim acordar tão cedo e dormir tão tarde. Lidar com números, fórmulas e contas que não faziam o menor sentido. Dar conta de todos os meus estudos ao mesmo tempo. Eu não queria aquilo, não era pra mim. Eu teria que desistir e declarar que falhei. Não entendo até hoje porque imaginei que a história se desdobraria de maneira diferente - sempre penso o pior -, mas minha mãe apenas me abraçou e disse: se você não quer ir mais, não tem problema, por que ficou sofrendo com isso por tanto tempo? E assim, tão rápido que foi quase um choque, eu estava livre. Eu não precisava mais frequentar aquele curso. Não tinha que dar nenhum tipo de satisfação para ninguém e podia seguir com a minha vidinha mais tranquila como antes. Tudo bem. 
Por vezes me pego pensando nesse dia. A sensação das palavras presas na minha garganta; do choro que veio sem eu poder controlá-lo porque a pressão interna era muita; o alívio depois que tudo acabou... Hoje, mil anos depois, não posso começar a chorar simplesmente e dizer que não aguento mais ir para o trabalho todos os dias; ter mais responsabilidades do que acho que posso suportar; que não consigo mais pensar sobre o futuro e todas as suas incertezas. Não posso me sentar em minha cama da adolescência e deixar as lágrimas fluírem. Minha mãe não pode me dizer "calma, vai ficar tudo bem, você não precisa mais fazer isso se não gosta". É preciso suportar. Engolir os medos infantis e sonhos frustrados e viver um dia depois do outro. Quem me dera ainda ser uma adolescente que sofria por conta de um curso que não seria concluído...

Diário de Leitura

Diário de Leitura: Crime e Castigo - Fiódor Dostoiévski #17

maio 16, 2018

Crime e Castigo - Fiódor Dostoiévski
Editora: Martin Claret
Ano: 2013 (publicação original: 1866)
Páginas: 591
Nota: 5/5
Sinopse: Publicado em 1866, Crime e Castigo é a obra mais célebre de Fiódor Dostoiévski. Neste livro, Raskólnikov, um jovem estudante, pobre e desesperado, perambula pelas ruas de São Petesburgo até cometer um crime que tentará justificar por uma teoria: grandes homens, como César e Napoleão, foram assassinos absolvidos pela História. Este ato desencadeia uma narrativa labiríntica que arrasta o leitor por becos, tabernas e pequenos cômodos, povoados de personagens que lutam para preservar sua dignidade contra as várias formas da tirania.

Diário de Leitura

Diário de Leitura: Garota Exemplar - Gillian Flynn #16

maio 13, 2018

Depois de ler Garota Exemplar você:

a) Fica de boa, afinal é apenas uma história MUITO BOA de ficção
b) Faz uma reflexão sobre o tema central do livro (como a gente não conhece bem as pessoas, por mais que pense que conheça), mas nada profundo
c) Se questiona sobre a sua vida, seus gostos, sua interação com outras pessoas e seu relacionamento e fica um pouco paranoica

Resposta: C, certo?

Garota Exemplar - Gillian Flynn
Editora: Intrínseca
Ano: 2013
Páginas: 448
Nota: 5/5 + Favorito

Sinopse: Uma das mais aclamadas escritoras de suspense da atualidade, Gillian Flynn apresenta um relato perturbador sobre um casamento em crise. Com 4 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo – o maior sucesso editorial do ano, atrás apenas da Trilogia Cinquenta tons de cinza –, "Garota Exemplar" alia humor perspicaz a uma narrativa eletrizante. O resultado é uma atmosfera de dúvidas que faz o leitor mudar de opinião a cada capítulo. Na manhã de seu quinto aniversário de casamento, Amy, a linda e inteligente esposa de Nick Dunne, desaparece de sua casa às margens do Rio Mississippi. Aparentemente trata-se de um crime violento, e passagens do diário de Amy revelam uma garota perfeccionista que seria capaz de levar qualquer um ao limite. Pressionado pela polícia e pela opinião pública – e também pelos ferozmente amorosos pais de Amy –, Nick desfia uma série interminável de mentiras, meias verdades e comportamentos inapropriados. Sim, ele parece estranhamente evasivo, e sem dúvida amargo, mas seria um assassino? Com sua irmã gêmea Margo a seu lado, Nick afirma inocência. O problema é: se não foi Nick, onde está Amy? E por que todas as pistas apontam para ele?


Crônicas de Amor e Ódio

Diário de Leitura: The Kiss of Deception - Mary E. Pearson #15

abril 11, 2018

Não sei nem por onde começar a falar sobre esse livro maravilhoso e sensível que me fez ficar acordada até tarde lendo muito. Tô apaixonada!

The Kiss of Deception - Mary E. Pearson
Editora: DarkSide
Crônicas de Amor e Ódio #1
Páginas: 406
Nota: 5/5
Sinopse: Tudo parecia perfeito, um verdadeiro conto de fadas menos para a protagonista dessa história. Morrighan é um reino imerso em tradições, histórias e deveres, e a Primeira Filha da Casa Real, uma garota de 17 anos chamada Lia, decidiu fugir de um casamento arranjado que supostamente selaria a paz entre dois reinos através de uma aliança política. O jovem príncipe escolhido se vê então obrigado a atravessar o continente para encontrá-la a qualquer custo. Mas essa se torna também a missão de um temido assassino. Quem a encontrará primeiro? 
Quando se vê refugiada em um pequeno vilarejo distante o lugar perfeito para recomeçar ela procura ser uma pessoa comum, se estabelecendo como garçonete, e escondendo sua vida de realeza. O que Lia não sabe, ao conhecer dois misteriosos rapazes recém-chegados ao vilarejo, é que um deles é o príncipe que fora abandonado e está desesperadamente à sua procura, e o outro, um assassino frio e sedutor enviado para dar um fim à sua breve vida. Lia se encontrará perante traições e segredos que vão desvendar um novo mundo ao seu redor.

O romance de Mary E. Pearson evoca culturas do nosso mundo e as transpõe para a história de forma magnífica. Através de uma escrita apaixonante e uma convincente narrativa, o primeiro volume das Crônicas de Amor e Ódio é capaz de mudar a nossa concepção entre o bem e o mal e nos fazer repensar todos os estereótipos aos quais estamos condicionados. É um livro sobre a importância da autodescoberta, do amor, e como ele pode nos enganar. Às vezes, nossas mais belas lembranças são histórias distorcidas pelo tempo.

Diário de Leitura

Diário de Leitura: Noite Eterna - Guillermo del Toro & Chuck Hogan #14

abril 11, 2018

Uma trilogia que começou muito bem, mas do segundo para o último virou aquilo que podemos chamar de "picolé de chuchu". 
Noite Eterna - Guillermo del Toro e Chuck Hogan
Editora: Rocco
Trilogia da Escuridão #3
Páginas: 416
Nota: 3/5
Sinopse: Dois anos após o início da epidemia de vampiros que se alastrou pelo globo, os dias têm apenas duas horas de sol e a humanidade encontra-se à beira da aniquilação. A única esperança de resistência contra o exército do Mestre, o vampiro ancestral, é o grupo liderado por Eph Goodweather. Mas as evidências de que há um traidor entre eles pode pôr em risco o destino da raça humana. Traduzida em mais de 20 países, a série renova as tradicionais histórias de vampiros e surpreende pela originalidade.