50 perguntas

50 perguntas que irão libertar a sua mente

setembro 19, 2017

Olha nóis aqui de novo com uma TAG/desafio gigantesca(o)!! Eu sou muito dessas pessoas que começa de tudo e não termina nada (vide 52 semanas, 30 cartas, etc.). Mas, a vida tá ai pra gente continuar tentando, né? Segue o baile! 


Como tô sentindo falta do BEDA, apesar de não ter conseguido cumprir os 31 dias (#chateada), achei legal ter (mais) uma lista de perguntas que servem de pauta. Sinto como se tivesse um dejà vu cada vez que digo isso. Mas enfim. Já vi essa TAG/desafio em vários blogs, tanto antes quanto durante o BEDA, mas hoje me inspirei em trazer para cá depois de ver a primeira resposta da Ana, do Suspirare. Bom, vamos lá!

As perguntas são:

1) Quantos anos você teria, se você não soubesse quantos anos você tem?
2) O que é pior: falhar ou nunca tentar?
3) Se a vida é tão curta, por que fazemos tantas coisas que não gostamos e gostamos de tantas coisas que não fazemos?
4) Quando estiver tudo dito e feito, você vai ter dito mais do que você fez?
5) Qual é a única coisa que você mais gostaria de mudar em relação ao mundo?
6) Se a felicidade fosse a moeda nacional, que tipo de trabalho iria torná-lo rico?
7) Você está fazendo o que você acredita, ou você se contenta com o que faz?
8) Se a média de vida humana fosse de 40 anos, o que você faria de diferente?
9) Até que ponto você realmente tem controlado o rumo que sua vida tomou?
10)Você está mais preocupado em fazer as coisas direito, ou fazer as coisas certas?
11) Você está almoçando com três pessoas que você respeita e admira. Todos começam a criticar um grande amigo seu, sem saber que ele é seu amigo. A crítica é estranha e injustificável. O que você faz?
12) Se você pudesse oferecer somente um conselho a uma criança, qual seria?
13) Você quebraria a lei para salvar um ente querido?
14) Você já viu insanidade onde mais tarde viu a criatividade?
15) O que é algo que você sabe que você faz diferente da maioria das pessoas?
16) Como pode as coisas que te fazem feliz não fazer todos felizes?
17) O que uma coisa não é mesmo feito que você realmente quer fazer? O que está prendendo você?
18) Você está segurando em algo que você precisa deixar de ir?
19) Se você tivesse que mudar para um estado ou país, além deste que está vivendo atualmente, para onde é que você se mudaria e por quê?
20) Você aperta o botão do elevador mais de uma vez? Você realmente acredita que isso faz o elevador ir mais rápido?
21) Você preferiria ser um gênio preocupado ou um simplório alegre?
22) Por que você, é você?
23) Você é o tipo de amigo que você quer ter como amigo?
24) O que é pior, um amigo se afastar, ou perder o contato com um bom amigo que mora bem perto de você?
25) Pelo o que você é mais grato?
26) Você preferiria perder todas as suas memórias de infância, ou nunca ser capaz de fazer novas memórias?
27) É possível saber a verdade sem desafiá-la primeiro?
28) Seu maior medo já se tornou realidade?
29) Você se lembra aquela vez a 5 anos atrás quando você estava extremamente chateado? Será aquilo realmente importa agora?
30) Qual é a lembrança mais feliz da sua infância? O que a torna tão especial?
31) Em que momento do seu passado recente você se sentiu mais apaixonado e vivo?
32) Se não agora, então quando?
33) Se você não conseguiu ainda, o que você tem a perder?
34) Você já esteve com alguém, não disse nada, e saiu sentindo como se você tivesse acabado de ter a melhor conversa?
35) Por que as religiões, que apoiam o amor causam tantas guerras?
36) É possível saber, sem sombra de dúvida, o que é bom e o que é mal?
37) Se você ganhasse um milhão de reais, você sairia do seu trabalho? 
38) Você prefere ter menos trabalho a fazer, ou mais trabalho daquilo que você realmente gosta de fazer?
39) Você já sentiu como já tivesse vivido este dia uma centena de vezes antes?
40) Quando foi a última vez que você se arriscou no escuro com apenas a esperança do brilho suave de uma ideia que acreditava piamente?
41) Se você soubesse que todos que você conhece iriam morrer amanhã, quem você visitaria hoje?
42) Você estaria disposto a reduzir sua expectativa de vida por 10 anos para se tornar extremamente atraente ou famoso?
43) Qual é a diferença entre estar vivo e viver verdadeiramente?
44) Quando é hora de parar de calcular o risco e recompensa, e ir em frente e fazer o que você sabe que é certo?
45) Se aprendemos com nossos erros, por que estamos sempre com medo de cometer um erro?
46) O que você faria diferente se você soubesse que ninguém iria julgá-lo?
47) Quando foi a última vez que você percebeu o som de sua própria respiração?
48) Quem você ama? Alguma de suas recentes ações expressou abertamente este amor?
49) Em 5 anos a partir de agora, você vai lembrar o que você fez ontem? E quanto ao dia antes? Ou no dia anterior que?
50) Decisões estão sendo tomadas agora. A pergunta é: Você está fazendo-as para si mesmo, ou você está deixando que os outros façam por você?


E, assim, me meto em um novo desafio. Como sempre digo, não sei quando vou responder tudo, MAS, quem sabe amanhã não sai um postzinho novo? Hein? Muito bom. Agora que tô desempregada/sem frila real oficial o tempo livre tá, ó, uma beleza (e a depressão, bad feelings e vontade de morrer também, mas né, isso a gente põe um sorriso na cara e finge que tá tudo ok).


Bjones
💩

escrita

Small Words #3: Marina

setembro 18, 2017

Escrevi o texto abaixo em 2012. Procurando algo para postar no blog, me deparei com ele numa pastinha de textos antigos. Quase não editei. É bacana perceber o quanto minha escrita evoluiu de lá para cá, mas também o quanto, acredito eu, ela já dava sinais de ser boa. Cinco anos depois, é bom perceber que as coisas mudam, que a vida segue, que o que parecia algo enorme, era, na verdade, uma partícula de poeira insignificante, que ficou para trás, que passou, parou de doer porque não era nada demais. Mas, ah, a adolescência. Tudo parecia tão enorme; qualquer acontecimento era o fim do mundo. Era tudo muito intenso, exagerado. Que bom que a gente cresce e vê que não é nada disso. 
Vou deixar vocês lerem agora!
P.S.: Por que "Marina"? Não sei. Sempre gostei desse nome.


MARINA
Marina saiu cedo de casa. A manhã estava fria e caia uma chuva fina que, entre outras coisas, disfarçava as lágrimas que lhe escorriam pelo rosto. Há algum tempo seu coração fora partido e, como alguns de nós sabemos, a dor era tão insuportável que até seu estômago doía. Talvez fossem as borboletas que aos poucos se metamorfoseavam e tornavam-se novamente lagartas. E a devoravam.
Talvez fosse o medo, rasgando-a com suas garras afiadas. O medo da dor. De que ela pudesse doer mais. Se isso acontecesse, ela não suportaria.
As poucas gotas se transformaram, de repente, em tempestade. O vento açoitava seu rosto pálido e suas bochechas ficaram cor-de-rosa. Marina enrolou-se mais em seu casaco marrom e apressou o passo. Ela só queria chorar e ir para o lugar mais longe que conseguisse. Queria esgotar todas as suas forças e talvez, milagrosamente, a dor parasse de doer.
Ela se sentia tão ridícula, tão boba. Os sinais estavam todos lá, mas ela estava tão apaixonada, tão cega. Seu coração pesava no peito. Parecia que havia dobrado de tamanho e que poderia explodir a qualquer momento. Passara a noite anterior chorando desesperadamente até dormir... E acordara chorando. Foi então que resolveu caminhar para lugar nenhum.
Justo ela que sempre viu como idiotas as pessoas que se martirizavam depois de romper um relacionamento. Apesar de a relação dela com ele não ser nem um pouco parecida com um relacionamento. Parecia uma piada de mau gosto. Uma, como ela passou a chamar, linha amorosa. Ela o amava, ele amava outra e a outra amava qualquer um. Mas, apesar disso, ele fazia com que Marina se sentisse tão bem. Beijava-a na testa e a abraçava. Fazia-a rir sempre. E sussurrava promessas de amor, que morriam ao sair daqueles lábios que ela tanto desejava. Infelizmente ela percebeu tarde demais, só depois que os danos ao seu coração já eram irreparáveis.
Ela não gostava de fazer drama. Não suportava pessoas que diziam que iriam morrer após terminar um namoro. Mas agora ela entendia. Agora ela percebia que não era exagero. Só que tem o coração partido sabe como dói. Só quem já foi extrema e verdadeiramente machucado consegue entender o desespero, a escuridão que se instala em seu peito, em sua vida. E agora Marina sabia como era sentir-se vazia, apesar de toda a dor.
Depois de uma hora caminhando seus pés começaram a latejar. E ela percebeu que isso era bom. A dor física fazia com que ela esquecesse, mesmo que por alguns segundos, da tortura mental a que estava sendo submetida.
Com a visão embaçada pela chuva e pelas lagrimas ela viu um bar e resolveu entrar ali. Escolheu uma mesa no fundo e dirigiu-se para lá sem se importar com a água que escorria de seu corpo e ensopava o chão. Só depois ela percebeu que não faria diferença uma vez que o chão já estava todo molhado.
Começando a pensar com mais clareza, pediu um chocolate quente e tirou o dinheiro do bolso interno do casaco. O atendente lhe entregou uma grande xícara e ela agradeceu pelo calor que esta irradiava.
Pensamentos sombrios continuavam açoitando sua mente. Droga, já fazia mais de um ano. Porque ela não conseguia esquecê-lo? Não conseguia pronunciar seu nome, mas também não parava de pensar nele. Ou melhor, não conseguia parar de pensar no que poderia ter sido. No que eles poderiam ter sido juntos. Ela tinha sonhado tanto. Cada vez que o via seu coração quase parava de bater e ela ficava tão feliz. Cada abraço dele fazia com que ela se sentisse segura, mesmo que ele só a abraçasse às vezes. No fundo ela sabia que a culpa era dela, que ela tinha se iludido sozinha. Mas ele tinha sua parcela de responsabilidade. Ele sabia que ela estava apaixonada, não saia? Ela havia falado 'eu te amo' tantas vezes. Até um cego veria o quanto ela o amava. E às vezes parecia que ele a amava também. Ele fazia parecer, com seus carinhos e sussurros de amor. Marina se contentava com as migalhas que ele lhe dava. Qualquer segundo em que ele fosse apenas dela era precioso demais. Até o dia em que ele resolveu tirar dela o sorriso. Arrancara-o de seu rosto com palavras frias. Palavras que varreram do corpo dela qualquer alegria que já existira alguma vez. Deixando-a vazia, fria e com medo.
E mesmo depois de um ano, a dor ainda a corroía de vez em quando. Ela sentia raiva da situação. Sentia ódio por ter medo de amar alguém de novo. Às vezes pensava que jamais seria capaz de entregar seu maltratado coração para outra pessoa. Cada vez que chegava perto disso, ela recuava imediatamente. Ela desconfiava de todos. Doía só de pensar que poderia ser esmagada e trucidada novamente. O que a açoitava de vez em quando eram as lembranças do que ela havia sonhado para os dois. Do amor que ela poderia ter dado para ele. Lembranças de um futuro que nasceu, cresceu e morreu, mas nunca existiu de verdade. Só em seus sonhos.
A chuva lá fora ficava cada vez mais forte. Ventava cada vez mais forte. E, dentro dela, a dor doía. Cada vez mais forte. Seus pensamentos eram tão contraditórios. Num segundo decidiu que não o amava mais, que não sentia mais nada. No outro o culpou por não a deixar amar outra pessoa.
Voltando para a realidade, percebeu que terminara seu chocolate quente. Mal sentiu o gosto. Resolveu ir embora. Voltar para casa. Tomar um banho quente e se distrair com qualquer coisa.  Precisava de tempo. Apesar de ter descoberto, da maneira mais miserável possível, que, ao contrário da crença popular, o tempo não cura. O tempo não concerta. Ela descobriu que o tempo, e as decepções, te fazem mais forte, te tornam frio. Ajudam a seguir em frente. O tempo muda o foco, direciona. Mas não cura.

👸
 Ah, mas o tempo cura sim, minha querida. Ele transforma, ensina, repara... 

Resumão

[Insira um título aqui]

setembro 15, 2017

Olá queridas pessoas! Como vão? 

Após um BEDA incompleto e quase falido, venho através deste post dizer que 1) estou viva; 2) muitas coisas aconteceram e 3) tá difícil lidar com a vida. Nesses vários dias que fiquei desaparecida, fiquei doente pelo menos umas 3 vezes seguidas (garganta inflada, gripe, alergias nesse tempo seco). Tive que trabalhar like a condenada porque entrei numa grande furada, mas aprendi minha lição. Não consegui ler Os Miseráveis por quase duas semanas, mas voltei ao cronograma (li quase 300 páginas em 2 dias, com muita força vinda dos céus porque eu estava sob efeito de anti-alérgico e quem já tomou anti-alérgico sabe o quanto esta merda dá sono. Para quem nunca tomou: teve um dia na semana do feriado em que eu dormi apoiada na maquina de lavar, no futuro posso dar detalhes melhores). Também vi alguns filmes da Netflix, o que é um grande milagre porque, como eu já disse umas mil vezes neste blog, não tenho maturidade e paciência para ver filmes sozinha. Comecei uma série nova, yay!

Vou fazer um resuminho breve do que vi, fiz e li nesses dias que fiquei ausente (e sim, isso inclui um resumo de agosto e dessa primeira quinzena de setembro) porque ainda não estou com cabeça para escrever um post bem decente (além das minhas enfermidades aconteceram mais umas coisas bem fodas), mas pretendo me tornar uma pessoa (blogueira) melhor logo logo. 

Vamos lá!


SOBRE O QUE EU VI




Dos três filmes que vi, gostei MUITO de O Espaço Entre Nós, apesar de não ser bem o que eu imaginei quando vi o trailer. A pegada do filme é muito boa, essa ideia de alguém nascer em Marte e vir para a Terra é bem legal também e tem umas reviravoltas que você não espera... mas sempre acho meio awkward ver adolescentes transando (desculpa sociedade, eu sei que é assim a vida, mas não sei lidar). De qualquer modo, recomendo muito! Também gostei bastante de Onde Está a Segunda?. Confesso que assisti mais por conta da atriz (amo a Noomi Rapace desde que ela virou a Lisbeth Salander nos filmes da Millenium. Amo a Lisbeth desde que conheci ela nos livros do Stieg Larsson <3). O filme começa meio paradão, depois vira só ação até o fim. Eu achei o final meio manjado, mas, é bom. Sobre Nu, bom, é uma comédia daquelas bem toscas, mas cumpre o papel de fazer a gente rir.

Das séries: finalmente mozão e eu terminamos de ver Designated Survivor. Demoramos muito mais do que o necessário porque nossas agendas são sempre lotadas e, como queríamos ver junto, foi difícil. A série é sensacional, eu recomendo demais e estou buscando coisas parecidas para ver. Mandem recomendações! Comecei a ver KillJoys. O nome me chamou a atenção por causa de PRESTEM ATENÇÃO My Chemical Romance. Entendedores entenderão. obrigada, de nada. Vi somente um episódio e até que me interessei, dou meu veredicto quando terminar.


As coisas que eu li e fiz podem ser resumidas juntas:
Continuo na saga de ler Os Miseráveis. Estou lendo ainda Ecos do Futuro - Parte Um (no Kindle ele é volume único, mas eu ainda estou na primeira parte dos livros físicos). E é isso. Não fiz muita coisa além de ficar doente e trabalhar. 

Espero voltar em breve com mais organização, escrita criativa, coisas interessantes para contar e posts legais.

É isso!

PAZ

BEDA

BEDA #26 - Estamos quase no fim e hoje teremos TAG

agosto 30, 2017

Meu Deus do Céu, hoje é dia 30 de agosto! Eu nem acredito que esse mês infinito passou numa velocidade mais normal. O BEDA é, realmente, um milagre da Internet. Como essas últimas semanas foram beeeeem tensas, falhei em alguns dias de postagem e não consegui pensar em nada tão legal ou complexo para hoje, então resolvi fazer essa TAG que vi no blog da Manu (Beyond Cloud Nine). Bom, vamos tocar o barco e seguir em frente! Amanhã é dia de comemorações blogstícas e preciso pensar em algo bem decente para escrever aqui risos.



TAG 3 COISAS:

3 nomes pelos quais você atende:
  1. Gabi
  2. San
  3. Gabriela? 
3 nomes de "tela" (usernames, nicknames, e afins):
  1. Charlote456 (longa história e na verdade só uso na minha conta do Origin)
  2. Sanctisgabi
  3. Gsanctis 
3 Coisas que você gosta em você:
  1. Minha capacidade de colocar ordem NO BARRACO, PORRA
  2. Ser capaz de improvisar e escrever um texto/matéria me virando nos 30 e ficar bom
  3. Minha deboísse (ou seja, ser de boas) aguda 
3 Coisas que você odeia/não gosta em você:
  1. A procrastinação que não me deixa
  2. Overthinking
  3. Minha auto-estima é bem baixa as vezes 
3 Coisas que você gosta nos outros:
  1. Pessoas de risada fácil
  2. Gente que não é falsiany
  3. Não ter o ego do tamanho do mundo 
3 Coisas que você odeia/não gosta nos outros:
  1. Pessoas que não cumprem com horários/compromissos
  2. Gente que se acha (a.k.a têm rei na barriga)
  3. Gente que não tem empatia paa se colocar no lugar do outro 
3 Partes da sua herança:
Oi? Isso é algum erro de tradução?

3 Coisas que assustam você:
  1. Lugares altos
  2. Lugares escuros
  3. Baratas
 3 Coisas essenciais no seu dia:
  1. Celular, para ouvir música quando tiver que esperar alguma coisa
  2. Roupas confortáveis, caso eu tenha que passar muitas horas num mesmo lugar, sentada ou de pé
  3. Meu bloquinho de anotações, para fazer anotação risos 
3 Coisas à toa que te deixam feliz:
  1. Pessoas que sorriem sozinhas (eu vejo elas sorrindo e sorrio também, é contagiante)
  2. Abraços apertados e demorados
  3. Quando mexem no meu cabelo (que fique claro que eu odeio ser tocada, isso só vale para pais, mozão e amigos muito próximos. PAZ) 
3 Coisas que você está vestindo agora:
  1. Camiseta e short de ginástica
  2. Roupão rosa
  3. Meias de gatinho 
3 dos seus artistas/bandas favoritos (neste momento):
  1. Fall Out Boy
  2. Stromae (por motivos de estou aprendendo francês)
  3. Papa Roach 
3 das suas canções favoritas (neste momento):
  1. Young and Menace
  2. Formidable
  3. Help 
3 frases que você diz muito:
  1. Desculpa
  2. Nossa, hoje ainda é [insert day here]
  3. P#ta que o pariu, vai tomar no meio do seu c* seu filho de uma p@ta (geralmente no trânsito) 
3 novas coisas que você quer tentar nos próximos 12 meses:
  1. Terminar de escreve meu livro
  2. Começar um novo curso (seja pós-graduação, mestrado ou outra língua)
  3. Otimizar meu tempo 
Duas verdades e uma mentira: Qual é a mentira?
  1. Não
  2. Thanks
  3. No me gusta revelar coisas 
3 Nomes de filhos:
  1. Meredith
  2. Ian
  3. Sarah 
3 Coisas que simplesmente você não consegue fazer:
  1. Ignorar as pessoas
  2. Ser menos "disposta" a cumprir minhas obrigações e as obrigações dos outros (que sobram para mim porque eu sou muito disposta a ajudar/trabalhar)
  3. Usar drogas??? 
3 coisas que você deveria fazer:
  1. Guardar dinheiro
  2. Guardar dinheiro
  3. Escrever 
3 dos seus hobbies favoritos:
  1. Ler 
  2. Escrever
  3. Ver séries 
3 Coisas que você quer fazer antes de morrer:
  1. Viajar pelo mundo
  2. Escrever meu livro
  3. Fazer trabalho voluntário



BEDA

BEDA #25 - Lendo os Miseráveis: semana 4

agosto 28, 2017

Falhei mais vezes nesse BEDA do que tava planejado, mas é a vida, né? Pelo menos consegui manter minha rotina de leitura de Os Miseráveis. Ontem, estava tão empolgada terminando de ler o trecho que determinamos para esta semana que acabei passando um pouco dos limites risos.


Eu planejei postar sobre os trechos lidos todas as segundas-feiras até o fim da leitura, mas está ficando cada vez mais difícil. Digo isso porque em algumas semanas, como essa que passou, nossa meta de leitura é pequena. O trecho que terminei ontem, por exemplo, tinha 90 páginas exatamente. Mas, vou tentar cumprir com o cronograma de posts.

Como contei semana passada, terminei a primeira parte denominada FANTINE e agora estou na parte dois que se chama COSETTE. Neste momento do livro, somos introduzidos a alguns fatos da batalha de Waterloo, acontecida em 18 de junho de 1815.

"Se na noite de 17 para 18 de junho não tivesse chovido, o futuro da Europa teria sido diferente. Algumas gostas de água a mais ou a menos fizeram Napoleão se curvar"
- Victor Hugo

A escrita de Victor Hugo é tão fantástica, que tenho vários trechos para destacar, mas o que citei acima me fez pensar muito. Coisas tão pequenas como uma chuva podem mudar o destino de um continente inteiro. 

Esse trecho, confesso, foi um pouco massante. Gosto muito de história, mas não há nada além de fatos e fatos, muito interessantes de saber. Mais para o fim do Livro I os acontecimentos se tornam mais interessantes, ao final do capítulo descobrimos quem foi Thérnadier, o tal do estalajadeiro. Como destaquei desde o começo, Victor Hugo não dá ponto sem nó. Cada passagem, cada trecho do livro tem um porquê e não está ali por acaso. 

Bom, não tenho muito o que comentar essa semana porque realmente o trecho que tinhamos que ler era curto e falava muito sobre fatos históricos. Mas sigo gostando da leitura e achando bem tranquila. 

Para ler as impressões das semanas anteriores: